Demo Day encerramento ACE Start

31 ago Evolução em 4 meses: o Demo Day do ACE Start

Um dos nossos orgulhos na ACE é o quanto as startups que passam pelo nosso programa de aceleração evoluem em pouco tempo. Ontem foi um dia em que conseguimos enxergar isso de maneira ainda mais clara. Organizamos na sede da ESPM em São Paulo o Demo Day das startups que estão concluindo a primeira etapa do nosso programa de aceleração, chamada de ACE Start.

Ao longo do evento, que reuniu startups, investidores e parceiros da ACE, pudemos ver não apenas a evolução na qualidade do pitch, como uma maior segurança e entendimento do mercado de todas as startups.

Há 4 meses, quando elas chegaram a ACE, todas já eram apaixonadas pelos seus negócios. Agora, além disso, todas têm muito mais ferramentas e certezas de que estão em um bom caminho.

O Demo Day teve a apresentação dos pitches das empresas AgroSentinel, Alluagro, Beenergy, Boomit, Clubinho de Ofertas, Congressy, CYAN, Ductor AGT, INTI, N2B, nanoTropic, Sensr.IT, Tranpo, Upik. São startups de diferentes setores e modelos de negócio, mas que têm em comum o fato de terem apresentado grande crescimento e evolução ao longo dos últimos meses.

Os  próximos furacões

Além dos pitches, o evento contou com as palestras de Larissa Santana (jornalista da Rede Globo, que falou sobre as oportunidades para startups se posicionarem melhor no mercado de mídia), Sulivan Santiago (acelerador da ACE em São Paulo, que falou sobre a importância de estar atento às próximas batalhas que serão travadas pela empresa) e Pedro Waengertner (CEO da ACE, que encerrou o evento falando da evolução das startups dessa turma e do quanto é fundamental olhar para o cliente).

Sulivan trouxe um paralelo entre os riscos que rondam uma startup e as vítimas do furacão Katrina, que atingiu os Estados Unidos em agosto de 2005.

Muita gente morreu por já ter enfrentado e sobrevivido a outros furacões. Eles acharam que esse seria só mais um e subdimensionaram os problemas. Quantas startups e grandes empresas morrem todos os anos ao cair no mesmo erro?Sulivan Santiago

Olho no cliente

A importância de estar sempre atento aos sinais dado pelos clientes foi um dos principais pontos da fala de encerramento de Pedro Waengertner. Para isso, ele lançou mão de um exemplo bastante inusitado: o comediante Steve Martin, considerado um dos maiores nomes do humor e do standup comedy nos Estados Unidos.

Ao final de suas apresentações, ele anotava a reação das pessoas a cada piada e assim ia adaptando o show. Com o tempo, ele aprendeu a reparar no público a ponto de postergar uma piada ao reparar que alguém ia tossir e atrapalhar o clímax do texto.Pedro Waengertner
Gabriel Ferreira
gabriel@goace.vc

É o gestor de conteúdo da ACE. Antes, foi jornalista em veículos de comunicação como Exame PME, Você S/A e Brasil Econômico. Também trabalhou com grandes marcas como Allianz Parque, Bayer e DuPont.



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